Vídeo: Entrevista de Katy Perry para a W Magazine


Como já postado anteriormente, Katy Perry é capa da edição de Novembro da revista americana W Magazine. A cantora realizou um photoshoot exclusivo para a revista e concedeu uma pequena entrevista, na qual você confere o vídeo logo abaixo com as perguntas e respostas traduzidas por nossa equipe:

Confira a entrevista traduzida pelo PKP logo abaixo:

Katy Perry, cujo último álbum Prism sai em outubro, é uma estrela pop mundial com um subtexto. Como muitas de suas canções, sua atual “Roar”, hit que chegou ao topo das paradas americanas (o vídeo rendeu 35 milhões de visualizações no YouTube nos primeiros três dias de lançamento), é um hino com significado oculto.

“Eu adoro boas insinuações”, disse Perry. “Mamãe e papai sabem o que a música significa, mas apenas cantam junto. Crianças, vocês não vão saber o que essas letras significam antes dos 10 anos”.

Seu álbum anterior, Teenage Dream, de 2010, gerou cinco dos seus nove singles No. 1, a maioria deles fala sobre as luxúrias de adolescentes e envolvem melodias irresistíveis.

O The New York Times rotulou Perry como “pound for pound”, a estrela pop mais potente. “Roar” no entanto, se desvia do tema do amor e do sexo.

“Essa música é sobre se colocar pra cima”, explicou Perry. “As pessoas falam sobre o bullying, mas você pode ser um valentão sem alguns desses aspectos. Você pode ser a pessoa que está de pé no caminho do sucesso, e esse foi o meu caso. Eu estava tendo uma grande carreira, mas pessoalmente eu era muito imatura, então tive que equilibrar as coisas”.

Se Perry está se referindo ao seu casamento de curta duração com Russell Brand, não foi exatamente o que ela quis dizer.

“Se você não está feliz com alguma coisa, você deve mudá-la. Então eu fui a um monte de terapias e, finalmente, sou capaz de falar por mim mesma: You’re gonna hear me roar!

Qual foi a primeira canção que te marcou?

“Killer Queen, do Queen. Eu tinha 15 anos. Claro, eu tinha ouvido a música antes, mas nada realmente me atingiu como essa canção. Eu estava passeando com minha amiga Morgan em Santa Barbara, minha cidade natal. Estávamos na casa dela, ela era dessas amigas que você idolatra e talvez até mesmo tenha uma estranha obsessão. Estávamos de pé em sua cama, vestindo suas roupas, e ela colocou em Killer Queen. Meu mundo congelou. Foi uma sensação muito cinematográfica , e me abriu este mundo lírico.”

Você começou a se vestir como o Freddie Mercury?

“Eu não sabia o que Freddie Mercury parecia! Eu estava mais impressionada com a sua confiança. Os meus ícones de estilo foram Gwen Stefani, quando ela estava no No Doubt e Shirley Manson.”

Santa Barbara é uma cidade do litoral. Você era uma menina praieira?

“Um pouco, mas me mudei para LA quando eu tinha 17 anos. Santa Barbara era chato para mim naquela época. Agora tudo que eu quero fazer é ficar em Santa Barbara, porque é um lugar lindo! Mas quando eu era jovem eu me sentia um pouco presa, minha família não era muito rica, foi meio difícil se acostumar com as famílias milionárias que vivem lá. Se eu tinha cinco dólares, eu ia aos brechós na State Street e pegava cardigans vintage e saias lápis. Graças a Deus, porque os anos 40 parecem que realmente funcionaram para mim.”

Você gravou um disco gospel quando tinha 15 anos. Suas primeiras canções eram todas os religiosas?

“As primeiras músicas que eu escrevi foram cativantes, mas o assunto era sempre Deus.”

Você é religiosa agora?

“Eu tento manter a minha ligação com o Deus ou com um poder que é maior do que eu. É importante, caso contrário, você não tem qualquer tipo de responsabilidade. Se você acha que no final de tudo isso irá ser apenas pó ou, que não tem alma, por que não é apenas uma ameaça para a sociedade? Para mim, a responsabilidade funciona.”

Quando você chegou em Los Angeles você assinou um contrato de gravação com Glen Ballard, que produziu Jagged Little Pill, um álbum de sucesso da Alanis Morissette. Você tinha apenas 17 anos, você teve um desses 17 anos de idade que se sentia mais como se você tivesse 25 anos?

“Sim. Eu estava um pouco rebelde. Eu estava morando em Beverly Hills, e um famoso produtor tinha me levado em sua casa. Eu estava ficando em um subsídio e tinha um chaveiro Louis Vuitton no meu Jetta! Eu pensei que era ‘the bees knees’. Mas não durou muito, eu fui retirada da gravadora. E o Jetta foi apreendido. E eu não pude pagar minhas contas. De repente eu ouvi ‘não’ mais frequentemente do que ‘sim’. Parece meio brega, a rejeição construiu um personagem em mim. É preciso ter força para ficar por aqui neste negócio. E eu sempre fui muito ambiciosa.”

Seu primeiro hit foi “I Kissed a Girl”, em 2008. Que esta longe de ser gospel.

“Foi um pouco radical cantar sobre bissexualidade, mas era um assunto que estava na ponta da língua de todo mundo. E mesmo que fosse ‘Eu beijei uma garota, e eu gostei, e é isso que eu gosto de fazer, às vezes’. Pode ser uma música pop com um pouco de diversão, mas às vezes as divertidas pequenas canções pop expressam mais claramente o espírito da época.”

Você se lembra da primeira vez que você ouviu uma de suas canções no rádio?

“Sim. Eu estava no Texas, e “I Kissed a Girl” tocou, e eu me filmei pulando. Eu adoro ouvir minha música no rádio pela primeira vez, mas quando não se trata de algo novo, eu mudo a estação. Eu já tenho muito dos holofotes em mim. Eu não preciso de mais nada.”

Além de emprestar sua voz para Os Smurfs e Os Smurfs 2 , você já foi convidada para atuar em algum filme ?

“Sim , mas eu odeio as manhãs. Disse a alguns executivos que tinham me perguntado se eu queria atuar que eu ia querer começar a filmar depois das 11 horas, caso contrário, eu não estava interessada. Eu vivo uma espécie de vida de estrela do rock onde eu não vou para a cama até 04:00. Sou muito noturna. Mas eu sempre digo que se Ridley Scott quer me contratar para Blade Runner 2, eu estou absolutamente disponível.”

Qual filme faz você chorar?

“The Notebook e Titanic. E eu sempre choro em Planes. O meu namorado [John Mayer] e eu os chamamos de “tubos de privação”: Você tem um copo de vinho, e você está assistindo a um filme e, em seguida ‘wahhhh’.”

Você tem uma “quedinha” cinematográfica?

“Na verdade, eu estou namorando a minha paixão. Eu tive uma queda por ele por um longo tempo, e isso aconteceu, se encaixou muito bem.”

Gostaria de se casar?

“Claro. Eu realmente gostaria. Algo novo, divertido, viagens emocionantes. Mas eu gosto de como eu estou agora, e eu acho que todas as coisas acontecem por uma razão.”

Para conferir as capas da revista e o photoshoot em MQ e HQ, clique aqui.

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