"> Prismatic World Tour é elogiada por sites americanos – Portal Katy Perry


Prismatic World Tour é elogiada por sites americanos



A mais nova tour da cantora Katy Perry, com mais de 100 datas marcadas para apresentações, passa neste momento pelos Estados Unidos, com isso, sites fizeram suas “reviews” sobre a Prismatic World Tour, onde apresentam ótimas críticas ao grande espetáculo que Perry vem produzindo desde o começo da era. Confira o que o site TBO.com tem a dizer:

Katy Perry é a atual Rainha do Pop, e uma multidão vestindo roupas neons e cabelos coloridos invadiu o Tampa Bay Times Forum nesta segunda.
Suas músicas seguem o típico estilo pop de hoje em dia. Se ela não está cantando sobre se divertir, ela está cantando sobre o amor perdido ou dizendo ao mundo sobre o quão forte ela é.
A Prismatic World Tour é um espetáculo, com mais trocas de roupas que um fashion show, efeitos especiais como um show da Broadway e dança, dança e mais dança.E Perry é uma pequeno motor que faz tudo funcionar.

Vestida de um pequeno vesrtido com luzes, ela iniciou o show com três hinos “Roar”, “Part of Me” e Wide Awake”. Um show de luzes distrai o público o tempo suficiente para uma mudança do traje, e foi para o Egito em “Dark Horse” e Perry re-emergiu como uma rainha do Nilo, com um cavalo de ouro, a primeira de uma meia dúzia de mudanças de figurino.

Outras vezes, ela surge como um gato, enquanto o resto dos bailarinos parecia um elenco de “Cats”: Um dançarino com um estilo da década de 1990 com o cabelo verde e meias e um sutiã com rostos felizes nos lugares que você esperaria.

Sutil, ela não é.

Ela tem uma imensa responsabilidade quando ela fala sobre Fort Myers, lugar onde quando criança ela recebia muitas mordidas de mosquito “uma calorosa recepação da Florida”.

Ela flerta com a platéia, em um ponto ela vai até a platéia para tirar selfies com os fãs. Em outro ponto el a se prepara para voar sobre a platéia, ela saiu do palco e foi pega pelo público.

O ponto alto do show foi a sessão acústica, com Perry cantando “By the Grace of God” com um solo de piano, dedicando a música á seus fãs, e dizendo que eles a ajudaram nos momentos mais sombrios de sua vida. Então ela pega um violão e começa a cantar “The One That Got Away” o que provou ser melhor do que a versão original. Nos fez pensar que ela poderia dispensar os dançarinos, os balões, as roupas e estar presente sozinha no palco. Talvez seja por isso que é uma rainha.

Outro site, accessatlanta.com, que esteve presente em um dos shows da Prismatic World Tour também fez sua “review” do espetáculo, confira:

“Obrigada por confiar sua noite de sábado a mim. Espero não estraga-la”, Katy Perry comentou em meio à sua exaustiva maratona na Philips Arena.
Nada para se preocupar, querida.
A gigantesca Prismatic World Tour, que começou no Reino Unido em maio e chegou em sua quarta data no EUA noite passada, é a definição de perfeição pop e solidifica a posição de Perry reinando no gênero como uma rainha.
Já banhada em glória pela indústria fonográfica (a RIAA, semana passada, a nomeou a melhor artista da era digital com 72 milhões de downloads) e amada pelas mídias (ela é a pessoa mais seguida no twitter, com 54 milhões e contando), Perry não precisa trabalhar tanto assim para ganhar mais adoração de seus Katycats.
Mas por duas horas, Perry estimulou, dançou, se pendurou de cabeça para baixo, mudou de roupas oito, nove ou até doze vezes, pediu uma pizza para um membro da plateia, proporcionou conversar animadas e, sim, cantou.
Apesar de ela só possuir quatro álbuns de estúdio em seu currículo – e sua carreira não ter alavancado até seu segundo lançamento, “One of the Boys” em 2008 – Perry possui 17 hits top 40. Ela já está no ponto em que, mesmo com uma gorda setlist, foi sentida falta de Waking Up in Vegas e Last Friday Night (TGIF) foi diminuída para um ou dois versos no meio de This is How We Do, de seu atual álbum, PRISM.
Quando se pode começar (Roar) e terminar (Firework) um show com dois hits #1 nas paradas, sabe-se que a vida de um artista é bem vigorosa.
Perry fez uso completo de suas passarelas dobrando-se em formato de coração e equipada com uma superfície tipo esteira quando ela chega entre uma trupo de soldados dançarinos trajando uniformes fluorescentes para o poderoso hino Roar. Ela até parou para pular corda (de saltos) antes de correr rampa a baixo para interagir com fãs dentro do coração durante o decorrer de Part of Me.
Ao decorrer do show lotado, Katy Perry optou por variar entre seus antigos hits.
Para Wide Awake foi dado um remix dubstep que sugou um pouco da melancolia da música mas, como ela estava performando em um elevador hidráulico, ninguém pareceu ligar. Entretanto, a leveza tunada de E.T, Hot N’ Cold e I Kissed a Girl impressionou tanto visual como sonoramente.
Com o show separado em sete temas – incluindo egípcio para Dark Horse, que Perry cantou sob um cavalo de guerra dourado que se movia pelo palco, neon para Teenage Dream e California Gurls, – Perry teve ampla oportunidade de mostrar um amontoado de visuais pra complementar cada tema. Junto com eles, uma saia inflável branca e preta representando o yin e yang para It Takes Two; um sutiã esportivo com carinhas sorridentes durante Walking on Air; um vestido no formado de pino de boliche cheio de cores para Firework.
Ela vestiu um maiô rosa para Hot N Cold e International Smile, e girou ao redor de si mesma com uma trupe de dançarinos vestidos com roupas felinas inspiradas no musical da Broadway, Cats. Na parte mais criativa do show, Katy e seus amigos fantasiados nos fizeram lembrar de Madonna enquanto eles atravessaram a passarela entoando e posando em “Vogue” antes de entrarem em uma pequena corrida de gato e rato.
Apesar dos desvios dentro dessa Fofolândia, ainda é surpreendente de ver tantos jovens com menos de até 10 anos no show de Perry (não é como ela viesse de um filme da Disney, mesmo que o brilho em seus olhos pareça o de uma adorável princesa Disney). Katy caminha muito bem na linha entre ousada e atrevida.
A plateia sentiu uma aproximação muito grande quando ela montou um segmento acústico no final da pista – rodeada por vários girassóis, parte da banda e suas duas cantoras de apoio – para uma linda apresentação de By the Grace of God.
Antecedendo essa música, ela contou um pouco das histórias de suas próprias lutas – “Às vezes Katy Perry tem dias ruins”, ela disse (e às vezes Katy Perry se refere a ela mesmo em terceira pessoa, aparentemente).
Mas sua brincadeira sempre pareceu genuína.
“Eu nunca fico com fome. Sempre estou muito bem alimentada” ela disse, brincando, em referência a performar no sul.
Igualmente amáveis, as despojadas performances de The One That Got Away e Unconditionally mostrou o potencial frequentemente subestimado de Perry.
Mas esta estupenda produção é simultaneamente uma explosão de contínuo entretenimento e um testamento para seus hits. É uma maravilha visual, ainda que a música nunca se perca.
Com a “Prismatic”, Perry projetou, sem dúvidas, o show do verão, e possivelmente o do ano.


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