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Katy Perry sobre Festas do Grammy, álbum novo e manter a calma online



Katy Perry, recentemente, cedeu uma entrevista para o NY Times onde fala sobre sua pré-festa para o Grammys, seu novo álbum e seu relacionamento com os sites de streaming, confira a entrevista traduzida por nossa equipe abaixo:

Pela primeira vez em oito anos, Katy perry não vai comparecer ao Grammy. Mas ela está planejando uma festa.
No Sábado em Los Angeles, antes da cerimônia que acontece segunda-feira, Ms. Perry será anfitriã de um evento chamado de “Uma Noite Para Celebrar Os Criadores,” um jantar de gala para seus amigos músicos que exclui a mídia (os publicistas, empresários, repórteres) que geralmente lotam os eventos da semana do Grammy.
“Artistas estão sempre procurando uma maneira de se conectar, uns com os outros, mas não temos autenticidade nesta conexão porque ou estamos sendo puxados ou empurrados,” Ms. Perry disse em entrevista nesta semana. Seus co-anfitriões incluem o produtor Greg Kurstin (Adele, Beck), a cantora e compositora Sia e Missy Elliott. E o Spotify tem um contrato como patrocinador.
Como Mark Williamson, o diretor de serviço de streaming de artistas, explicou: “Nós acreditamos que a visão de Katy, de que nós podemos trabalhar juntos para criar esses relacionamentos, vai teremos um benefício a longo prazo, porque estaremos ampliando a comunidade deles.” (E sim, Adele e Taylor Swift, que retiraram ssuas músicas do Spotify, estão convidadas, Ms. Perry disse. “Só depende da agenda delas.”)
Junto com uma pequena lista de convidados – mais ou menos 250 pessoas – a noite vai incluir performances de Sia e Jack Garratt. “Eu contratei uma orchestra de 14 pessoas para tocar as modernas músicas no Top 40” Ms. Perry adicionou.
Katy Perry, que atendeu o telefone com um Hello estilo Adele, também discutiu o Super Bowl Halftime Show, seu progresso no novo álbum e planos para a maior noite da música.

P: Então, como alguém ganha um convite para essa festa exclusiva?
R: Bem, você tem que ser um criador – São artistas, produtores e compositores. E é uma mistura de novos e conhecidos, uma combinação dos nomeados ao Grammy dos últimos dois anos e artistas da playlist “Descubra” do Spotify. Terá Kacey Musgraves, Karen O, Miguel, Tove Lo, Shirley Manson, Max Martin. E também compositores como Blood Pop e Bonnie McKee, todos sobre o mesmo teto que Diane Warren. De algum jeito eu estou tentando começar o Met Ball da música

P: Mas publicistas e diretores não são bem-vindos?
R: Eles não são criadores. Eles são importantes para a criação, mas é só para artistas, produtores e escritores. Há uma oportunidade para a imprensa na frente, como um red carpet, mas se você quer ser mais discreto você pode chegar pela garagem. Eu estou tentando manter isso o mais puro possível porque há oito anos que eu vou a esses negócios, eu fico sempre tão exausta.

P: Porque parceira com o Spotify?
R: Na verdade eu contatei o Spotify para ficar mais informada sobre o Streaming para mundo. Dois anos atrás, eu estava: “Streaming, streaming, streaming!” E me perguntei: o que é streaming e o que isso significa pra mim? Estando entre álbuns, eu só quero me educar em o que eu vou fazer a seguir e como vou apresentar minha musica. Então fui lá, e eles foram muito transparentes comigo. Você ouve algumas coisas, mas até você perguntar as questões e estar informada e educada, é uma coisa totalmente diferente. Uma das coisas importantes dessa noite é fazer com que os artistas fiquem mais informados sobre o futuro, também.

P: Isso significa que você está se aliando ao Spotify nessa briga de streaming entre Tidal, Apple Music e outros?
R: Não, porque eu sou um membro de todos. Eu só ainda não conversei com o Tidal ou Apple, mas ainda vou ser parceira deles no futuro. É que isso acabou de acontecer seis meses atrás quando eu sentei com o Spotify para conversar e tive essa ideia.

P: O quão avançada você está no novo álbum?
R: Eu estou na fase de pesquisa e desenvolvimento. Eu estou no centro das atenções por 8 ou 9 anos, e antes disso teve a década da pressa que nunca é reconhecida mas é mostrada nas suas rugas. Eu não quero pular em nenhuma tendência. Eu só preciso evoluir.

Eu faço meus álbuns em um modo mais tradicional, onde o ciclo é de 3 anos, então quando eu começo a escrever eles, eu sei exatamente onde eu vou estar na primavera de 2018. Isso pode ficar um pouco “Ugh”. Eu preciso um pouco mais de liberdade, especialmente quando eu estou fazendo isso por tanto tempo

P: Você foi nomedada para 13 Grammys sem uma vitória. Você estará lá ano que vem?
R: A única coisa que está na minha mente quando criando uma música é ser autêntica e vunerável, e ter certeza que isso se junta. E eu sei que isso se junta porque os números não mentem. Eu sei que isso pode soar um pouco audacioso, mas tudo que eu quero fazer é permanecer verdade a minha mesma e cavar fundo para colocar pra fora alguma das mensagens ou perspetivas que eu tenho no mundo.

P: Você sempre tem sido relativamente aberta nas mídias sociais e twittou sobre aproveitar a briga entre Kanye West e Wiz Khalifa. Você se controla nas redes sociais?
R: Eu faço isso onde eu sempre salvo tweets como rascunhos. Salvo e vou dormir – e aí eu acordo e penso, “nah”, não vale a pena sabe? Ou eu marco uma seção com o meu terapeuta.

R: Reinando como performer do Super Bowl Halftime Show, o que você achou do Coldplay esse ano?
R: Eu achei legal. Eu sempre soube que eles iriam fazer alguma retrospectiva e trazer de volta alguns artistas que fizeram isso no passado. Eu sei como é intenso fazer o Super Bowl e o quão trabalhoso é. Há muitas restrições, não é fácil como chegar e dizer “Hey, eu quero a Rihanna lá comigo”. Eu tentei trazer a Dolly Parton comigo. É mais um acordo com a N.F.L e os artistas. Mas achei que foi legal.

P: O que você achou da Beyoncé usando aquele estádio enorme para fazer uma declaração política, com fantasias inspiradas em panteras pretas e letras sobre racismo?
R: Eu acho que nosso mundo está se tornando mais transparente, e eu apoio isso. Nós precisamos de transparência mais do que nunca.

P: Para quem você está torcendo no Grammys?
R: The Weenkd vem de um longo caminho, especialmente desde o comecinho quando ele colocou todos aqueles álbuns à venda sozinho. Ele agarrou a chance e virou um pouquinho mais pop. Ver esse crescimento acontecer tão de repente e sabendo sua evolução é uma história bem legal.

P: O que mais você está ouvindo recentemente?
R: Eu amo muito Tame Impala. Eu amo Purity Ring, eu amo Years and Years, eu amo o álbum do ano passado de Jamie XX. Caribou, Rationale. Eu não posso esperar pelo novo álbum de Rhye. Eu amo a música Magnets de Lorde com o Disclosure.

P: E onde você estará vendo o Grammys?
R: Nos meus pijamas, comendo minha sopa. Nem maquiagem, feliz por não estar em um corsete. Com uns cremes Vicks.

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