"> Entrevista traduzida e photoshoot de Katy para a Rolling Stone México – Portal Katy Perry


Entrevista traduzida e photoshoot de Katy para a Rolling Stone México


Compositora, intérprete, atriz. O vigor com que Katy Perry entra em uma sala para conceder uma entrevista, é esmagador. A estrela pop, se caracteriza por uma energia contagiosa particular de si mesma, que lhe converteu em uma das figuras mais adoradas e polêmicas, na música contemporânea.

“Tinha muita energia quando era criança. Eu gostaria de possuir um pouco dessa vitalidade hoje em dia. Literalmente era travessa, mas também, devo reconhecer que toda essa energia é o que me levou até onde estou hoje em dia”, nos disse Perry brincando antes de iniciar uma conversa sobre o lançamento da sequência dos Smurfs.

Na qual, Perry volta a dar sua voz, em sua versão original, a amada personagem Smurfette. Aqui a equação é extremamente elementar, quem mais do que Perry, para emprestar sua voz para a popular personagem?
Questionamento inevitável, sobre o momento exato em que descobriu que queria se dedicar, de uma maneira profissional, ao entretenimento.

“Foi aos nove anos. Sou a filha do meio, a que está sempre competindo com seus irmãos maiores. Um dia, minha irmã chegou em casa depois de passar duas semanas com seus padrinhos e trouxe uma demo, já que eles eram donos de um estúdio de gravação, eu a pedi. Tive que praticar com a demo da minha irmã para convencer minha mãe, que quem precisava de aulas de canto, era eu”, confessa Perry. “Já não há competição com minha irmã. Ela é muito mais ágil e inteligente que eu, em outros ramos distintos ao canto. É a pessoa mais perto que tenho agora”.

O filme original dos Smurfs estreou em 2011 e embora haviam modestas expectativas ao redor dele, o estúdio de cinema jamais imaginou, que se transformaria em um fenômeno de bilheteria como se tornou.

“Eu gosto de dublar em off filmes animados, pois é um gênero que leva muita alegria ao público, incluindo a mim. Queria exercer mais a atuação, mas eu gosto que meus dias se iniciem às 11:00 hrs, e não às 07:00 hrs. As chamadas de trabalho em cinema e televisão são bem difíceis. Sou uma control freak (controladora) do que faço. Preciso ser a produtora todo o tempo, mas por exemplo, se Ridley Scott me chamasse para participar da sequência de Blade Runner, em nenhum momento hesitaria”.

De acordo com ela, a personagem Smurfette, terá uma papel mais predominante em argumento nesta segunda parte.

“É um filme mais denso que o primeiro. Nesta ocasião, a atenção está centrada em Smurfette, na qual é seduzida por poderes malignos para atrair-la para o lado escuro; em particular Vexy [cuja voz é de Christina Ricci] e certamento, Gargamel, [Hank Azaria]. Minha personagem se encontra no dilema de enfrentar sua origem, já que não podemos fazer nada em respeito a onde nascemos, mas sim tratar de mudar nossa personalidade de uma maneira positiva. Adorei formar parte do primeiro filme, mas sem dúvidas, me parece que esta sequência é muito mais estimulante”.

É fácil para Katy Perry cair na tentação? A cantora é uma figura da mídia, cujos atos, são registrados constantemente por câmeras. Em um mundo onde figuras como Amanda Bynes e Lindsay Lohan protagonizam as notícias que circulam na Internet, Perry mostra precaução em seu comportamento.

“Cresci em um ambiente restrito, já que meus pais são muito religiosos. Herdei um código moral que hoje em dia valorizo. Integridade e respeito, são características importantes para mim em uma pessoa, embora também considero, que há outras regras que não me importam tanto deste código de conduta, no qual me criaram. Eu gosto que na personagem de Smurfette, ela nasceu com uma essência um tanto vilã e é concedida a oportunidade de mudar com o tempo”.

Perry realizou a pouco tempo, uma viagem desconhecida a Madagascar, em parceria com UNICEF, onde forneceu alimentação para crianças de uma região, que vivem em uma situação precária.

“Em muitas ocasiões eu gosto de fazer coisas que não interessam a Katy Hudson [seu verdadeiro nome]. Eu gosto de visitar países onde não me conhecem e fazer obras de beneficência anonimamente”.

Antes de terminar a conversa, perguntei a Katy Perry sobre essa peculiar impressão que ocorre, quando se é visto em uma tela grande, um documentário baseado exclusivamente em episódios de sua vida (Katy Perry Part of Me, no qual foi exibido em 3D).

“É uma sensação muito similar a escutar sua voz em uma gravadora. É quando você diz: ‘É assim que falo todos os dias?’. Nem sempre se trata de uma experiência agradável, mas parece que o público disfrutou, então eu fico com isso. Isso é o que guardo dessa experiência em particular”, finaliza a cantora.

Para conferir o photoshoot de Katy para a Rolling Stone México, clique nas miniaturas abaixo:


PHOTOSHOOT 2013 > Unknown [Rolling Stone MX]

0 Comments

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Confira também Entrevistas